A Assembleia Legislativa, uma das parceiras para a realização do Festival Estadual Temático de Teatro para o Trânsito, mantém o empenho nas articulações para a próxima edição do evento, que acontece em julho deste ano, em Cuiabá. No próximo dia 9 de fevereiro, às 20 horas, no Cine Teatro em Cuiabá, acontece o lançamento oficial do evento, cuja ocasião será o ponto de partida das inscrições para alunos da rede estadual de ensino interessados em atuar no projeto - que funciona desde 2004. As escolas que se interessarem, entretanto, já podem procurar na Polícia Rodoviária Federal informações sobre as regras do festival.
Desde que foi criado, o evento registrou a participação de pelo menos 30 mil jovens de Mato Grosso e com isso contribuiu para educação no trânsito a partir das escolas. De acordo com o coordenador e inspetor da Policia Rodoviária Federal, inspetor Munhoz, o objetivo é atrair o maior número de escolas participantes e trabalhar com a conscientização de crianças e adolescentes sobre as infrações de trânsito e suas conseqüências. Munhoz afirma que o festival é um dos maiores projetos educacionais brasileiros, que teve o reconhecimento da comunidade do Mercosul em um festival internacional de teatro. O festival chamou atenção dos estrangeiros. A ideia é formar motoristas conscientes no futuro”, argumentou o inspetor. Pelas regras, as escolas escolhem um tema relacionado ao trânsito e trabalha a apresentação para uma bancada de juízes que vão avaliar o trabalho de cada uma delas. Em seguida, os estudantes passam por um processo seletivo dos seus trabalhos de forma classificatória até chegar a final em Cuiabá.
“A Assembleia Legislativa é nossa grande parceira neste evento, que agora passa a contar com maior divulgação”, explicou Munhoz.Segundo o inspetor, o festival é mais uma ferramenta de orientação para os riscos no trânsito, o que coloca o Estado de Mato Grosso na quarta posição entre as cidades que mais têm registros de mortes causadas por acidentes rodoviários e urbanos. “Todos os infratores têm a consciência de suas imprudências, mas as cometem. Queremos acabar com isso”, afirmou o inspetor.
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